quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Até quando seremos vítimas dos manipuladores de mentes, corações e bolsos?

Agora, talvez, você já esteja consciente que, independente dos canais de consumo que adote, que terá sempre uma pegadinha para lhe subtrair sua grana e transferi-la para os cofres das financeiras e dos bancos.
Se você pensa que existe uma saída natural, sem um grande esforço de sua parte, que implicará uma ruptura com os parâmetros comportamentais convencionais, a resposta clara, que me passa Victor José Hohl, ex-economista do Banco Central, é um sonoro não.
Aquele velho dito popular “se ficar o bicho come, se correr o bicho pega” funciona sempre quando temos a onipresença do Grande Irmão Financeiro, um verdadeiro Bicho Papão de nossas rendas.
Que através de bancos, financeiras, seguradoras e canais coletores de impostos governamentais (os bancos e suas agências) transferem grande parte de nossa renda para os cofres fortes dos bancos ou do governo, na cara dura.
Veja um exemplo que o Victor José Hohl me passou. Somos estimulados a sustentar a indústria automobilista porque gera imensos lucros para as montadoras, para os bancos e para os governos.
Nossos bolsos se transformam na galinha de ovos de ouro enquanto ainda sofremos e pagamos pelos nossos próprios deslocamentos, ao sermos mantidos, em avenidas engarrafadas, em estradas altamente pedagiadas. 
E ao sermos repetidamente multados, em nome da educação no trânsito. Ao pagar por seguros e pela manutenção caríssima de nossos carros.
Não precisa nem fazer as contas para você concluir que grande parte do veículo que você acha que tem foi ou está sendo repassado para o banco ou financeira. 
Caso queira simular a parte (mínima) que te sobra depois de longos anos de financiamento, consulte o site Matemática Didática. Lá você poderá realizar várias simulações com prazos, entradas e juros.
“Os governos evitam investir em transporte público porque teriam que gastar em subsídios com as empresas de ônibus para manter as passagens accessíveis”, afirma Victor José Hohl.
E continua: “E se os ônibus e trens virassem opções reais de deslocamento urbano e interurbano, os respectivos governos perderiam os estrondosos ganhos que têm com os impostos (IPI, IPVA etc), multas, e ainda por cima, perderiam a sólida parceria com os bancos que financiam veículos caríssimos a juros exorbitantes para os cada vez mais empobrecidos e espoliados consumidores”.

Basta!
É possível estancar a sangria. Existem sites que nos ajudam. Como é o caso do Guia de Direitos. Lá você aprenderá que se poupar por determinado número de meses, poderá conseguir financiamentos ainda caros, mas em condições mais favoráveis ao seu bolso.
Mas basta um pouquinho de reflexão para concluirmos que de nada adianta o acesso às informações, se continuamos vítimas dos manipuladores de mentes que nos controlam, a ponto de acharmos que somos obrigados a financiar nossos carros, casas e bens nas condições que nos são impostas pelo Bicho Papão Financeiro.

A saída, onde está a saída?
Em primeiro lugar, temos que aprender como estancar a sangria desatada em nossos bolsos e rendas. Em seguida, aprender a inverter o fluxo de renda e de ganhos para os nossos bolsos.
Existem regras simples, adotadas pelos ricos de todos os matizes, que aprenderam a controlar conscientemente o fluxo de dinheiro para seus bolsos.
Homens e mulheres que ficaram ricos por terem conseguido de um jeito ou de outro, através de acertos e erros, atingir a autoconsciência financeira. 
Que são pessoas simples como você e eu, batalhadoras, mas atentas. E que não se deixam enganar pelos manipuladores de mentes, corações e bolsos a serviço do Grande Irmão Financeiro.
Talvez você esteja disposto a participar dessa radical mudança de hábitos. 
Se tiver, o prêmio compensa. E não será nada mágico. Bastará apenas a aprender a evitar a sangria de suas rendas e, em seguida, assumir atitudes que revertam o fluxo do dinheiro para dentro dos seus bolsos e cofres. 
Como Victor José Hohl nos ensinará a partir dos próximos posts.

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